JR Guzzo solta o verbo e diz "180 dias que a CPI vai descobrir corrupção, e no fim da linha não denunciar corrupção nenhuma"...



O jornalista José Roberto Guzzo, mais conhecido como J.R. Guzzo, e diretor editorial do grupo EXAME e colunista das revistas EXAME e VEJA falou sobre a CPI da Pandemia. "A CPI da Covid afinal soltou a famosa lista de crimes que, no seu entendimento, Bolsonaro cometeu. Fica evidente, logo de cara, que algo deu profundamente errado: não aparece, entre os 9 diferentes delitos imputados ao presidente, nenhuma denúncia de corrupção. Nada? Nada." Diz Guzzo



Segundo a definição das agências de checagem de notícias, do ministro Alexandre Moraes e do seu inquérito para salvar a democracia no Brasil, dizer durante 180 dias que a CPI vai descobrir corrupção, e no fim da linha não denunciar corrupção nenhuma, é notícia falsa, sim Sr.




“Fake News, por aqui, só funciona da mão direita da rua. O que chama a atenção é outra coisa: se nem a CPI, que é a mais desesperada ação contra o presidente da República não encontra roubalheira, qual a seriedade que se pode ter com o resto das acusações?"




"Não foi só a corrupção que ficou faltando na festa. Vê-se, no fim das contas, que sumiu outra acusação monumental, tratada durante seis meses inteiros como a joia da coroa da CPI: o genocídio. Sumiu isso também, o genocídio? Sumiu."




"Crime de epidemia? Isso, segundo diz o CP, não é andar sem máscara, produzir aglomeração, é disseminar germes patogênicos na população.

Charlatanismo? Bolsonaro elogiou o uso da cloroquina, uma terapia declarada legal pelo CFM.

Crime contra a humanidade? Também não dá."
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